NÃO HÁ MUITO A DIZER, talvez daqui para a frente escreva noutro blog, ou nas paredes durante a noite. Só para toda a gente ver e ninguém interpretar a mensagem da escrita pela pessoa que a escreve. Talvez recebas um papel com algo sentido, mas não saberás que fui eu, verás letras e daí palavras onde eu apenas tracei riscos ... Se me procurares não me encontrarás, falas comigo e não vou ouvir, tocas-me e não te sinto, passas e não te vejo .
Infinidade de momentos que passaram e ficarão lá, transgressões que jamais serão reguladas novamente.
Simplesmente serei uma desconhecida '
segunda-feira, 15 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Serenidade total, espontaneidade sem limite, voz de sussurro que mais ninguém consegue emitir. Voz que arrepia, sorriso que anima, gesto que protege, toque que me deixa ofegante, beijo que ressuscita.
Palavras simples que quando saem de ti tornam-se complexas, tão complexas que não tem sentido quando se ouve de outro alguém.
Momentos singulares, onde a tua presença marca o tempo.
Segundos, minutos, horas, dias, meses … que contigo parecem ser pouco e sem ti não tem significado.
Jamais haverá tempo suficiente para conseguir explicar tudo o que me és, todo o tempo é pouco para tanto a dizer, não haverá palavras com tal capacidade.
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