quarta-feira, 3 de março de 2010

Serenidade total, espontaneidade sem limite, voz de sussurro que mais ninguém consegue emitir. Voz que arrepia, sorriso que anima, gesto que protege, toque que me deixa ofegante, beijo que ressuscita. Palavras simples que quando saem de ti tornam-se complexas, tão complexas que não tem sentido quando se ouve de outro alguém. Momentos singulares, onde a tua presença marca o tempo. Segundos, minutos, horas, dias, meses … que contigo parecem ser pouco e sem ti não tem significado. Jamais haverá tempo suficiente para conseguir explicar tudo o que me és, todo o tempo é pouco para tanto a dizer, não haverá palavras com tal capacidade.

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